
1) SABE, AQUELE VAZIO...
De repente, no peito, parece existir um buraco, um vazio que ninguém explica. Parece que some tudo: sentimentos, pessoas, desejos; nos sentimos só como se estivéssemos num deserto onde a terra seca e os galhos sem vida, assustam e causam pavor. Essa é a hora em que nos encontramos com nós mesmos. É o momento em que devemos acertar contas face a face com o nosso “eu”. Como é fácil comentar a vida particular e pública de outras pessoas, mas quando se trata da nossa... Quanta dificuldade! Isso porque não nos damos o “luxo” de nos conhecermos... Ou será que nos conhecemos tanto que, no tocante às nossas questões, temos medo por estarmos despreparados para encarar as verdades?
E, por falar nelas, tudo se modifica quando brotam. Tudo vai muito bem, somos donos da razão, porém, se uma verdade sequer aparecer, desconserta o restante, já não ficamos mais tão seguros, o ímpeto já não continua o mesmo. Se preferirmos prosseguir, indica-se tomar novos rumos, tentar enrolar quem levantou tal assunto. Por que será que a verdade dói tanto? Às vezes, até fere a alma e machuca o coração.
Embora seja tão violenta por ser nua e crua, a verdade traz um benefício comum: depois que vem à luz, não há mais obscuridades nem o estar “debaixo dos panos”: para que mentir, se todos já sabem mesmo? A partir de agora, a história é outra e, com o tempo, as coisas se ajeitam.
E, se falando em “tempo”, só ele explica, convence e faz com que as outras pessoas compreendam e respeitem seus posicionamentos e suas problemáticas. Infelizmente, o ser humano tem grande dificuldade para aceitar as pessoas como são, querem modificá-las a seu bel-prazer e se esquecem que o mundo é composto por seres e coisas diferentes que merecem consideração. Afinal, tem espaço para todo mundo. O vazio, no peito, existe por essa falta de amor de alguns que ferem e maltratam com palavras duras que mais parecem uma metralhadora. Dependendo do caso, matam, dentro de uma pessoa, o prazer pela vida. Se houvesse mais reverência de um pelo outro, esse vazio poderia estar preenchido com sentimentos e práticas de boas ações em conjunto, ou seja, coletivamente. De que me adianta estar aqui e não ser capaz de estender a mão a alguém semelhante a mim?
2) FIM-DE-ANO
Já reparou como as calçadas, em Rio Bonito, andam cheias e as pessoas já estão se esbarrando? Coisas de fim-de-ano.
3) FESTA NO AR
Hoje, às 14h, a “Nossa Rádio FM89,3” comemora seu 4º aniversário, na Quinta da Boa Vista, com a presença de vários cantores evangélicos. Dentre eles, Jeanne Mascarenhas, Kelly Lopes, Fernandes Lima, Sandrinha, Turminha da Graça e Banda & Voz. Entrada franca.
4) VOCÊ É A NOTÍCIA
Os comentários postados no blog do jornal “Cultura Viva”, poderão ser publicados na próxima edição do veículo. Visite a página
5) L.E.R.
Profissionais como bancários, operadores de telemarketing, jornalistas, digitadores, cabeleireiros, caixas de supermercado, costureiras, tenistas, cozinheiros e navegadores compulsivos da internet podem ter em comum a Lesão por esforço repetitivo (LER). Segundo a “Revista O Globo”, do último dia 15 de outubro, alguns exercícios para evitar tal problema, podem ser feitos no próprio ambiente de trabalho (na hora do almoço ou nos intervalos que tiver), articulando ombros, braços, mãos e dedos.
Entre as dicas publicadas, vale ressaltar uma: abra e feche as mãos várias vezes, esticando bem todos os dedos e articulando as partes de cada um.
6) ALÉM DISSO...
Na mesma edição desta revista, o ator Jece Valadão dá uma entrevista à coluna “Íntimo e pessoal”, com o título “Sou de Jesus”. Como conclusão do bate-papo com a repórter Elizabeth Orsini, o artista enfatizou: “Deus não escolhe o capacitado, capacita o escolhido”.
7) PROSSEGUINDO...
Quem brilhou na capa desta edição da “Revista O Globo” foi a cantora Angela Ro Ro, que emagreceu 58kg, fez plástica e conta como venceu o alcoolismo. Retomando a carreira, ela acaba de lançar o CD e DVD “Compasso” para marcar essa nova fase em sua vida. Todo sucesso!
QUEM INDICA O QUÊ 
QUEM? Marcos Oliveira.
OCUPAÇÃO: Jornalista responsável pela revista cultural “Já é”, no Rio de Janeiro.
INDICA O QUÊ? O livro “Minha Razão de Viver”, do autor Samuel Wainer.
SUA OPINIÃO: Esse livro me inspirou a fazer a revista “Já é”. Ele foi jornalista, inventou um jornal, trabalhou com Assis Chateaubriand e, nessa história toda, o Chateaubriand não apoiou o projeto que o Samuel Wainer tinha porque era muito maior do que fazer um jornal. Então, o Samuel (que é avô do meu amigo André), com suas próprias pernas, contra tudo e todos, contra o próprio Governo, inventou um jornal. Uma coisa que era difícil naquela época, ele conseguiu vencer e, até, em um momento, vendeu mais do que o jornal do Chateaubriand. Isso me chamou muito a atenção. Viver de sonhos é possível: ele viveu de seu sonho, conseguiu lançar o seu jornal; eu consegui lançar a revista que eu sempre sonhei. Se você acreditar e fazer por onde, você consegue.