Fabiano Martinez

O inverno mal acabou de chegar e você já está com saudade do verão? Então você  deve ser uma das muitas pessoas que sofrem com as doenças causadas pelo frio. Gripes, resfriados, corizas, alergias respiratórias e pneumonias estão entre os males mais comuns da estação. Os sintomas, febre, tosse, dor no corpo, entre outros, são bem conhecidos e acabam com a disposição de qualquer um para sair da cama.

A razão dessas doenças aumentarem tanto no inverno é porque os micro-organismos que causam essas doenças sobrevivem por mais tempo nas baixas temperaturas. As chances de contágio ainda aumentam porque as pessoas tendem a permanecer por mais tempo em ambientes fechados em dias frios. Crianças e idosos merecem maior atenção por serem menos resistentes. O mesmo acontece com obesos, hipertensos e pessoas que tenham doenças pulmonares.

“Para diminuir as possibilidades de contrair estas doenças, deve-se estar bem alimentado, evitar choques térmicos e preferir ambientes arejados e com pouca gente”, alerta o médico e secretário de Saúde de Rio Bonito, Anselmo Ximenes.

Segundo o médico, os tratamentos mais eficazes, quando não há maiores complicações, são simples. Boa alimentação, repouso, aquecimento corporal, antitérmicos, vitamina C e bastante líquido podem ajudar na recuperação do doente. Remédios caseiros muitas vezes também são eficazes se usados com o conhecimento adequado, pois possuem as mesmas substancias usadas na indústria farmacêutica.

“Um bom exemplo é o chá de casca de limão com mel e agrião”, completa Anselmo.

Tem gente que não pode ouvir um espirro que logo dispara uma receita popular. A aposentada Valéria da Silva, 54 anos, dá uma dica que aprendeu com sua mãe para tratar resfriados.

“Uma colher de sopa de mel, 10 gotas de própolis e um limão – três vezes ao dia”, recomenda.

Regras de higiene são importantíssimas para não ficar “arriado” nesse inverno. Cobrir a boca quando espirrar e lavar as mãos com freqüência são práticas simples que diminuem a possibilidade de contágio por vírus e bactérias. Mas se o caso for grave mesmo, o melhor a fazer é procurar um médico e ter um diagnóstico precoce e tratamento adequado para cada tipo de enfermidade.