1) QUANDO A VIDA DIZ... ‘ESPERA!’
Quando esperamos respostas, em meio à aflição, idealizamos resultados satisfatórios ou, melhor dizendo, um “sim” como solução. Mas, ficamos surpreendidos se, por um motivo qualquer, a vida diz... “Não!”. Nessas horas, nos sentimos injustiçados, amargamos o mundo, passamos a ver defeitos em tudo, enfim, tudo perde o brilho e a graça nem se fala. Tudo se torna monótono e vazio porque só víamos o favorável. Não computávamos os imprevistos nem outras possíveis opções como resposta.

Para nossa surpresa, certo dia, a vida diz... “Espera!’. Sem saber como lidar com a situação, ficamos também baratinados. Porém, no interior, surgem riscos de esperança... O quadro pode mudar de figura... A imagem sobre a tela ainda pode ter um sol radiante... A vida pode analisar melhor a questão, colocar na balança nosso empenho e disponibilidade em praticar o bem e, na hora da decisão, optar pelo ‘sim’... Pensamentos voam... Viajam... E ancoram em hipóteses que podem se tornar verídicas se tão somente a vida colaborar ou, quem sabem, se o nosso “histórico de vida” favorecer: se colhemos o que plantamos, como alcançaremos vitórias, honras e glórias, se o tempo todo semeamos inveja, intriga e maldade? Não dá para plantar jiló e nascer quiabo, não é mesmo?

Mediante as respostas que você aguarda, não se angustie antes da hora. Menos ansiedade, mais confiança. Semeie fé. Estimule as pessoas a acreditarem, mesmo se os resultados negativos estiverem muito claros, previamente. Esse engajamento tem a força de mudar o curso da história e trazer, no futuro, uma finalização vitoriosa. Dessa forma, àquilo que você tanto espera vai chegar melhor do que imagina; vem até com laço de fita para você ter um último trabalho: desamarrar. Depois, é só aproveitar cada segundo do triunfo. Creia, ele virá!

2) ECOLOGIA IMPRESSA
Muito bem-bolada a revista “JB Ecológico”, publicada pelo “JB”, todo segundo domingo do mês! Notícias preciosas sobre o mundo da ecologia. Ambientalistas e especialistas discutem o tema “verde” com muita propriedade e leveza, transmitindo conhecimento. Os artigos são bem parecidos (na forma de construção e estilo de linguagem) com os que fazemos aqui na coluna. Enfim, uma revista urgente e satisfatória! Nota dez!

3) ECOLOGIA IMPRESSA II
A entrevista que Xuxa deu à revista “JB Ecológico”, em agosto, deu o que falar. Centenas de e-mails chegaram à redação comentando o assunto. A maior parte deles manifestava o susto que o público teve: Xuxa, uma mulher que vive do marketing para promover seu nome e sua marca, promover o meio ambiente? Mas, na semana seguinte, na coluna “Selva de Concreto”, a colunista “Felis Concolor – Suçuarana, a onça que fala”, criada pela revista, apresentou um dado interessante. Maya Santana, que foi editora da BBC, em Londres, durante 18 anos, afirma: “não adianta nada a gente entrevistar e divulgar ecologista falando de ecologia, ambientalista falando de meio ambiente. Ou seja, verde falando de verde. Aqui na Inglaterra é muito estratégico a gente pedir, não pro ecologista de plantão, mas pro Elton Jhon, pro Tony Blair, pra Rainha Elizabeth ou, até pro Michael Jackson, falarem sobre meio ambiente. Essas pessoas formam muito mais opinião do que um ilustre, mas desconhecido e pouco influente cientista”. Curioso, mas verdadeiro.

4) DECLARAÇÃO DE ISENTO
Quem não apresentou a Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) à Receita Federal, deve apresentar a Declaração Anual de Isento (DAI). De forma gratuita, pode preencher o formulário na internet e imprimir o comprovante. O endereço eletrônico é . Não deixe para a última hora.

5) VERSOS DA SEMANA
“Solidão,/ Dá um tempo e vá saindo,/ De repente eu tô sentindo/ Que você vai se dar mal” (música “Solidão”, interpretada por Sandra de Sá)

6) VERSOS DA SEMANA II
Em homenagem ao dia 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, os “Versos da Semana” nos lembra a extensão desse país que, embora subdividido, nos faz uma grande nação:
“Embarque nessa viagem/ Com amor no coração/ Seja branco, negro ou índio/ Somos uma nação/ Embarque nessa viagem/ Sobre terra, mar e céu de anil/ Embarque nessa viagem/ Brasil, Brasil, Brasil/ Na Bahia tem coqueiro e berimbau/ ‘Terra à vista, terra à vista!’/ Assim gritou Cabral/ Rio de Janeiro/ O pão de açúcar está lá/ É a Cidade Maravilhosa/ E pra sempre será/ São Paulo terra boa/ É a terra da garoa/ Muita gente vai pra lá e trabalha, trabalha, Sampa!/ Rio Grande do Sul é ‘Barbaridade, tchê!’/ E de Minas Gerais e Belô/ Nunca vou me esquecer/ De Norte a Sul eu vou/ De Leste a Oeste com amor/ O meu Brasil brasileiro, brasileiro, brasileiro/ Você pode ir pra lá/ Pernambuco ou Ceará/ Você pode ir pra ali/ Paraíba ou Piauí/ Você pode ir pra lá/ Sergipe ou Paraná/ Você pode ir pra ali/ Rio Grande do Norte ou Tocantis/ Macapá/ Roraima/ Santa Catarina/ Pará/ Brasília/ Alagoas/ Mato Grosso/ Mato Grosso do Sul, também/ Vem pro Espírito Santo, vem!/ Amazonas do Brasil é o pulmão/ Mas eu também amo/ Acre, Rondônia, Goiás e Maranhão/ Brasil” (música “Brasil”, interpretada por Mara Maravilha)

QUEM INDICA O QUÊ

QUEM? Marilda Ormy.
OCUPAÇÃO: Diretora do Teatro Popular Oscar Niemeyer, em Niterói.
INDICA O QUÊ? Indico reflexões e ações em cima da família.
SUA OPINIÃO: Teve um ano que fizeram uma entrevista comigo referente o Dia da Mulher em março e me perguntaram “o que você acha da mulher independente?”. Eu dei um exemplo de vida, mas disse assim “se eu pudesse dar um conselho, eu diria para as mães ‘voltem para casa, cuidem dos seus filhos, prestem atenção neles’”. Eu acho que isso é uma das grandes razões da violência no mundo, exatamente porque as mães saíram, os pais também enlouquecidos com o trabalho, então misturou muitos valores. Teve uma reação péssima, minhas amigas falaram “você que sempre foi libertária, saiu de casa, ficava doida com os filhos, como é que você manda as mães voltarem para casa agora?”. Eu falei “não, se eu puder, eu digo isso”. Hoje eu sou avó e fico procurando ficar a maior parte do meu tempo com os meus filhos e com o meu neto. Indico uma reflexão em cima desse zelo, desse cuidado no olhar o olho do filho e falar “filho, fala para mim o que você está sentindo, o que você tem, quero participar da sua vida”. E de verdade mesmo não se preocupar com os filhos, se ocupar deles.