
1) VIDA DE ARTISTA
Quem não gostaria de “ter o mundo aos seus pés”? Os flashes das câmeras fotográficas... Todos voltados para você; dar autógrafos; ouvir uma multidão gritar seu nome, suspirar pela sua imagem, te ter como referência de vida, além de imitar seu corte de cabelo, suas roupas e, até, aderir aos produtos e cosméticos de sua preferência... Já imaginou que sucesso? Com toda essa fama, conquistar muitas riquezas, ter uma renda mensal de não saber ao certo seu valor de tantos depósitos que recebe em sua conta bancária, diariamente... “Ô vida boa!” Num país onde a miséria ainda é cidadã, manter uma vida de glamour e ostentação de desejos próprios, significa ser “premiado” para ter “dias de rei”...
Porém, “nem tudo são flores”: artista também sofre, chora, tem problemas familiares, precisa pagar suas contas (que, em alguns casos, nem se comparam com as dívidas de um “anônimo” porque “quanto mais se tem, mais se gasta”; é proporcional, geralmente). Muitos se esquecem que a pessoa em evidência é humana, tem imperfeições e, quando presenciam algo de “estranho” (nunca visto) da parte do seu “ídolo”, logo se decepcionam... Não contabilizam a essência natural do ser, que dotada de interrupções, pode, pior do que decepcionar, frustrar. Claro, que de forma impensada: faz parte do instinto.
Em toda história da humanidade, o homem sempre precisou se espelhar em outro para prosseguir. Seria uma carência-nata? Pode ser. Mas, pode-se concordar que é muito legal buscar água em fonte segura, isto é, alguém que dê bons exemplos, principalmente na valorização da convivência familiar. O mundo atual precisa disso. Estar em família é uma bênção divina que traz à sociedade cidadãos mais preparados para enfrentar os desafios com equilíbrio temperamental. Tem uma base, algo que existe para os sustentar e fortalecer: a família. Isso é maravilhoso!
E, por falar em artista, destacam-se duas classes de grande importância: o “pedreiro” e a “empregada doméstica”. Ambos, se esforçam o tempo todo e, no final do dia, apresentam um trabalho digno de aplausos. Quem conseguiria construir belos castelos, com a ajuda de um bom arquiteto, se não fosse o pedreiro com seus “macetes” de profissão? Ou quem deixaria a casa “um brinco” sem a paciência e o cuidado da doméstica? Ao se apresentarem nos palcos da vida, seus fãs deliram em gratidão e respeito pela célebre desenvoltura na condução de suas tarefas. Na verdade, artista por artista, todos se tornam quando desempenham aquilo que lhe cabe com amor e dedicação, sem interesses ou presunções, pelo simples desejo de participar do funcionamento da máquina da vida. Você, leitor, também é uma celebridade! Que maravilha poder estar vivo para compreender isso!
2) NOVIDADE ‘NO PEDAÇO’
Parabéns aos idealizadores da construção do calçamento no beco que liga a rua principal da Bela Vista (ao lado da Padaria Mister Pão) à “Biquinha”, onde diversos riobonitenses e munícipes de outras localidades freqüentam diariamente, na busca de água pura. Quando chovia, o caminho ficava lamentável. Agora está show! Valeu!
3) SERENATA DE AMOR
Rio Bonito tem, como marca de sua cultura, a seresta. E esta marca tem um motivo forte: o grupo de serenata ‘Lua Branca’. Criado desde 1992, teve seu início com o sonho de cantar serenatas pelas ruas da cidade. Atualmente, com 33 membros, entre músicos e seresteiros, o nome escolhido resultou de consenso dos membros do grupo e presta uma homenagem à maestrina Chiquinha Gonzaga, autora da Valsa Lua Branca. Um de seus integrantes, o juiz Mauro Prevot, 56 anos, explicou o objetivo deste trabalho. “A finalidade do grupo é fazer serenatas, isto é, cantar ao sereno divulgando as lindas valsas e canções para as pessoas mais jovens. A serenata é diferente de qualquer outra forma de expressão musical. Ela somente é cantada ao ar livre, sob o céu e, quando possível, invocando a lua, para maior encantamento”, comentou.
Segundo ele, a faixa etária dos membros do grupo variam “de menos de 10 anos até mais de 70 anos” e isso se deve a um motivo especial. “Indiscutivelmente, por força dos abnegados seresteiros, o grupo de serenata Lua Branca é, sem favor algum, uma das principais manifestações culturais de Rio Bonito”, enfatizou.
Para quem deseja conhecer de perto esse trabalho, o grupo reúne-se às quintas-feiras, na Sociedade Musical e Dramática Riobonitense, às 20h, com entrada franca, no evento “Quintas Musicais”, que fica na Av. Manoel Duarte, 890 (entrada da Bela Vista). Além disso, o ‘Lua Branca’ faz serenata todo último sábado do mês ao percorrer as ruas da cidade e, na segunda sexta-feira do mês, se apresenta no Centro Cultural B. Lopes, no Largo da Matriz, em Boa Esperança, no Projeto ‘Caminhando, Cantando, Encantando’, de iniciativa da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. Vale a pena conferir! Parabéns aos membros do grupo por manter viva esta cultura!
4) DINAMISMO NA TV
O ‘Jornal do SBT’, no comando de Carlos Nascimento, ficou dinâmico, preciso e bem intelectualizado ao chamar a atenção dos telespectadores quanto a assuntos que merecem análise. Nota dez!
5) DIREITO DO CONSUMIDOR
Muitos riobonitenses, que não moram no Centro da cidade, reclamam do transtorno de ter que buscar suas correspondências na agência dos Correios. Não agüentam mais se vêem na obrigação de se locomoverem para procurar por suas cartas, encomendas, faturas a serem pagas, contas de telefone, água e cartão de crédito. Até mesmo a periferia, bem próxima ao Centro, tem vários locais onde os carteiros não atendem por completo: efetuam entrega somente em alguns pontos como nos bairros Caixa D’Água, Boqueirão, Praça Cruzeiro e Mangueirinha. Locais como Rio Vermelho, Mangueira do Rio do Ouro, Estrada Velha da Posse, Lavras, Loteamento Schüller, Boa Esperança, Basílio e Travessa Marinho Falcão (no Centro) já deveriam ter atendimento pela entrega oficial de um carteiro. O povo solicita providências.
::::::::::::::::::::::::::::::
QUEM INDICA O QUÊ
::::::::::::::::::::::::::::::

QUEM? Kelly Key.
OCUPAÇÃO: Cantora.
INDICA O QUÊ? O livro “Sucesso em Poucas Palavras”, do autor Celso Fortes.
SUA OPINIÃO: Ele possui depoimentos de diversas personalidades, que servem de lição, experiência de vida, conselho e auto-estima.