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Comperj realiza pesquisa sócio-econômica

19/02/2009 08:26:23

Denilson Santos

A cidade de Rio Bonito, na baixada litorânea, será o primeiro município dos onze que compõem o Conleste a receber uma pesquisa sócio-econômica, encomendado pelo Comperj. O trabalho começa no dia 9 de março e está sendo elaborado em parceria entre a Universidade Federal Fluminense e a ONU-HABITAT, Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos. Os detalhes da pesquisa foram detalhados numa reunião que aconteceu na tarde desta quarta-feira (18), na prefeitura de Rio Bonito e contou com a presença do Vice-Prefeito Matheus Neto, dos secretários municipais Carmem Motta (Meio Ambiente), Ronaldo Elias (Controlador Geral), Luiz Francisco Soares (Urbanismo), Marcelo Garcia Lessa (Fazenda), além dos representantes da UFF, Gustavo Abrahão e Carlos Guanziroli, e Fernanda Aranha e Francesca Piló, da ONU-HABITAT.

A pesquisa UFF/Comperj será coordenada pelos alunos do curso de economia da universidade e vai analisar os indicadores relativos a pobreza e renda dos moradores de Rio Bonito. O objetivo é captar informações sobre a situação sócio-econômica da população local, e avaliar o impacto que o Comperj vai exercer sobre esses moradores, tanto os aspectos positivos quanto os negativos. "Nós já temos o cadastro de todos os domicílios de Rio Bonito e já mapeamos a região. Só falta fazermos a pesquisa para atualizarmos os dados sócio-econômicos que estão defasados", garante Fernanda Aranha, da ONU-HABITAT.

Ela também explicou também que esse projeto piloto está sendo testado em Rio Bonito, mas se der certo vai ser realizado nos outros municípios que sofrerão alguma influência do Comperj, onde serão analisados 58 indicadores. Para auxiliar na realização da pesquisa, a prefeitura de Rio Bonito vai disponibilizar carros, equipamentos e pessoal de apoio durante todo o processo. A secretária de Meio Ambiente da cidade informou que esses dados serão fundamentais para o planejamento de obras e na realização de novos investimentos no município. "Esse diagnóstico é fundamental para planejarmos as nossas ações, mediante os efeitos oriundos da construção do Comperj", afirmou Carmem Motta.

Antes de iniciarem o trabalho de campo, os representantes da UFF, do Comperj , ONU-HABITAT e da prefeitura local estarão participando de uma reunião com toda equipe que irão fazer a coleta dos dados nas residências. Na mesma oportunidade também serão distribuídos os crachás de identificação e todo material que será usado na pesquisa. "Gostaria de pedir a população que receba bem as equipes e passem informações verídicas, pois elas são fundamentais para o sucesso do nosso trabalho", afirma o representante da UFF, Gustavo Abrahão.

Fonte: ASCOM

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